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quarta-feira, 29 de junho de 2011

Em meio a protestos, Trecho Norte do Rodoanel obtém licença ambiental

Aprovação é o ponta pé inicial para edital e início das obras, que devem começar até o fim do ano
Paulo Saldaña e Renato Machado - O Estado de S. Paulo
A autoridade ambiental do governo do Estado de São Paulo aprovou na tarde desta terça-feira, 28, o licenciamento prévio do trecho norte do Rodoanel. A aprovação é o ponta pé inicial para o lançamento do edital do empreendimento e agendamento das obras, que devem começar até o fim do ano.
O Conselho Estadual do Meio Ambiente (Consema) aprovou o parecer da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) do estudo e relatório de impacto ambiental por 23 votos a favor, 7 contrários e 1 abstenção. O estudo foi encomendado pela Desenvolvimento Rodoviário S.A (Dersa).
Para a obtenção das duas próximas licenças necessárias no processo, porém, foram aprovadas cinco condições, entre as quais a manutenção da interseção com a Avenida Inajar de Souza e a realização de estudos mais detalhados a respeito do trecho que corta o bairro Parque Residencial Bambi, em Guarulhos.
Protestos. A reunião do Consema foi marcada por manifestações de moradores da zona norte da capital, de Guarulhos e também de ambientalistas. Eles chegaram a pedir o cancelamento da reunião, o que não foi atendido pelo presidente do Consema, o secretário do Meio Ambiente, Bruno Covas (PSDB).
O trecho norte do Rodoanel terá 44,2, quilômetros de extensão, ligando a Avenida Raimundo Pereira de Magalhães, na zona norte de São Paulo, à via Dutra, já no município de Arujá. A obra esta orçada em R$ 5,8 bilhões.
Apesar de o trecho ser considerado uma das obras mais polêmicas do Estado, por cortar a região da Cantareira, seu licenciamento ambiental prévio teve processo mais rápido que os outros trechos do anel viário.

domingo, 26 de junho de 2011

Carcaças de carros abandonadas servem como abrigo para moradores de rua

Atualizado: 08/07/2011 às 12,30 horas.

Carcaças abandonadas
Carcaças de carros abandonados na Rua Puxinanã na Vila Nova Cachoeirinha
Encontram-se abandonadas na Rua Puxinanã na altura da Rua Ouvidio José Antonio Santana (esquina com Av. Inajar de Souza), as carcaças de um Escort e um Chevette. Este local está servindo como abrigo para moradores de rua durante as noites para consumo de drogas e outras coisas mais.

Pedimos a atenção da Subprefeitura responsável pela região, que tome as providências necessárias ao bem estar dos cidadãos que circulam pela região durante a noite.

Solicitação registrada no SAC da PMSP sob nº 10103098


Carcaças abandonadas
Carcaças de carros abandonados na Rua Puxinanã na Vila Nova Cachoeirinha

Atualização de 29/06/2011:


Foto de hoje (29/06) às 11,45 horas.
Foto de hoje (29/06/2011 às 11,45 horas) - Carcaças parcialmente removidas, talvez pertençam a um desmanche localizado na região.
Atualização de 08/07/2011:


Foto de hoje (08/07/2011 às 12,30 horas) - Carcaças removidas, restou apenas a sujeira e uma arvore sapecada no local!

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Quem avisa, amigo é...

Atualizado em 08/07/2011

Rua Mário de Sá Carneiro, esquina com Av. Inajar de Souza
Durou um ano o serviços executado neste local, explico: Em 15/05/2010 registrei a situação com a foto que você pode ver (clicando aqui), em 04/06/2010 registrei a péssima qualidade do serviço efetuado, (veja aqui). Imediatamente reclamei a Subprefeitura da Casa Verde/Cachoeirinha e o serviço foi refeito como registrei em 09/06/2010, como pode ser visto aqui o serviços melhorou mais ainda deixou a desejar.

Hoje (24/06/2011) passando pelo local registrei na foto acima a situação que se encontra a esquina da Rua Mário de Sá Carneiro com Av. Inajar de Souza na Vila Nova Cachoeirinha.

Novamente chamamos a atenção da Subprefeitura para o caso, desta vez esperamos um serviço de melhor qualidade e não apenas um quebra galho como foi executado há um ano atrás.

QUEM AVISA, AMIGO É...

Para ver mais fotos, clique aqui!

Atualização:


Em 08/07, passamos pelo local e registramos a "execução parcial do serviço", veja no vídeo e foto abaixo a qualidade do serviço prestado:


Este é apenas um exemplo de como nosso dinheiro é gasto pelas Subprefeituras, sem nenhuma fiscalização!

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Veja porque sofremos com o péssimo atendimento no Hospital de Vila Nova Cachoeirinha

Mais de 70 profissionais de saúde foram investigados, na capital e no interior de SP. Segundo as investigações, a maioria recebia salário, mas simplesmente não aparecia para trabalhar nos plantões.




Leia a matéria completa no Portal G1/Fantástico

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Quatro são detidos suspeitos de despejar entulho no Jardim Vista Alegre (Zona Norte de SP)

Além de multados, suspeitos vão responder por crime ambiental.
Dois caminhões e um trator foram apreendidos pela Guarda Ambiental.
Do G1 SP
Trator utilizado no despejo do entulho foi apreendido (Foto: Marcelo Ulisses / SMSU e Inspetoria da Freguesia do Ó)Trator utilizado no despejo do entulho foi apreendido (Foto: Marcelo Ulisses / SMSU e Inspetoria da Freguesia do Ó)

Quatro pessoas foram flagradas despejando entulho no Córrego do Canivete, no Jardim Vista Alegre, na Freguesia do Ó, Zona Norte de São Paulo, nesta terça-feira (14). O entulho havia sido levado até o local por dois caminhões e um trator.

Guardas-civis metropolitanos acionaram a Guarda Ambiental e agentes da subprefeitura da região. Os veículos foram apreendidos. Depois de multados, os infratores foram encaminhados ao 1º DP do Meio Ambiente, na Consolação, no Centro da capital, onde foi registrado um boletim de ocorrência.

Os moradores de São Paulo podem contribuir na proteção ambiental com denúncia ou sugestão no telefone 153 da GCM ou 156 da Prefeitura. Para descarte de entulhos e resíduos, a Prefeitura disponibiliza ecopontos e operações cata-bagulho nas cinco regiões da capital.

Do Portal G1/SP

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Rodoanel Norte agora removerá 4.100 imóveis

Governo amplia em 52% estimativa anterior de afetados; 2.100 residências que serão demolidas têm escritura

Paulo Saldaña - O Estado de S.Paulo
O Trecho Norte do Rodoanel vai desapropriar pelo menos 4,1 mil imóveis, 52% a mais que a estimativa de 2,7 mil previstas inicialmente. É o que mostra o plano de remoção feito pelo governo de São Paulo, que prevê R$ 723 milhões para desapropriações e reassentamentos - cerca de 12% do orçamento da obra.

Ao lado da questão ambiental - que sempre foi o entrave para que o trajeto saísse do papel -, a questão habitacional e social da obra, de 44,2 quilômetros e R$ 5,8 bilhões, é o que mais tem mobilizado a população. As pistas devem atravessar áreas verdes, propriedades agrícolas, favelas e até mesmo áreas nobres de São Paulo, Guarulhos e Arujá.

A Desenvolvimento Rodoviário S.A. (Dersa), empresa ligada ao governo e responsável pela obra, estima que 2,1 mil imóveis que serão destruídos pelo Rodoanel têm escritura. Anteriormente, a estimativa era de que 1, 4 mil propriedades tivessem título de propriedade. Segundo a Dersa, a diferença se explica porque agora áreas desmembradas também foram contabilizadas.

A essas pessoas será reservada a maior parte dos recursos. Serão R$ 568 milhões - 79% do total. Cerca de R$ 8 milhões vão para custear suporte técnico, como laudos e serviços jurídicos, e o restante será usado para a compra desses imóveis.

"Apesar de um custo muitas vezes maior, preferimos essa modalidade, porque é mais segura. E também não corremos o risco de pagar duas vezes pelo mesmo local", diz o presidente da Dersa, Laurence Casagrande Lourenço. Segundo ele, os valores foram estipulados depois de serem estudados custos de metro quadrado e características do uso das propriedades.

Irregulares. O maior desafio se refere às propriedades sem escritura - loteamentos irregulares, ocupações e favelas. Estudo realizado por contagem de telhados e qualificação das moradias aponta que 2 mil famílias nesse perfil terão de deixar suas casas - anteriormente, eram 1,3 mil.

Para esses casos, serão investidos R$ 155 milhões em duas modalidades de reassentamento: indenização e unidades habitacionais. "A família escolhe o que for melhor. Se o valor da avaliação não for interessante, pode ir para uma unidade", diz Casagrande.

A expectativa é de que 70% das famílias, cerca de 1,4 mil, prefiram indenizações - que deverão ser pagas no ato da desocupação. Calcula-se uma média de R$ 40 mil, mas pagamentos podem chegar a R$ 200 mil, dependendo do imóvel, garante o presidente da Dersa. Caso haja um comércio, a companhia se compromete a pagar uma bolsa de lucros cessantes no prazo de até seis meses.

A previsão é de que 600 famílias optem por unidades habitacionais. Para isso, há um convênio de R$ 73 milhões com a Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU). O governador Geraldo Alckmin (PSDB) assina hoje o contrato.

A parceria leva em conta custo de R$ 110 mil por família, incluindo o apartamento, a mudança, os documentos e até 36 meses de aluguel social (R$ 480 mensais). O objetivo é que as unidades sejam entregues até junho de 2012.

Do ESTADÃO.COM.BR

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